sábado, 3 de abril de 2021

Só uma Nova Revolução Cultural substitui outra Revolução Cultural. Só uma Revolução Anti-Comunista anula e substitui uma Revolução Comunista ou Socialista.

Desculpe, mas não acredito em intervenção pontual, como o 142, num sistema socialista de 34 anos de aparelhamento... E sem um Judiciário funcional, ao contrário, um cartório ditatorial sustentando a criminalidade e a corrupção. E... Romper a "ordem"... Que ordem, amigo? Não há ordem! Há 27 Repúblicas no Brasil, o pacto federativo foi rompido, o presidente é um mero gerente e não dirige a nação aos anseios do povo... Há uma desobediência na hierarquia estatal, os Estados-membros se autoproclamaram independentes e a justiça deles é de papel, só carimba o que os governadores querem, ditadores na realidade. O artigo 142 preceitua que a intervenção por si só pode durar 90 dias... Quem faz uma Revolução em 90 dias? Ampliar os 90 dias? O Brasil precisa é de uma Revolução, que significa desmonte total do aparelhamento comunista e remonte via revolução. A implantação fabiana do COMUNISMO NO BRASIL foi feita com sucesso, onde as Forças Armadas perderam a motivação racional para salvar o país e a Soberania vai se liquefazendo através de leis e mais leis que um Congresso de encomenda promulga. Revoluções são normais e necessárias de tempos em tempos, historicamente sempre foi assim. Não se muda um estado PROFUNDAMENTE APARELHADO com intervenção pontual, mesmo que haja prolongamentos e prolongamentos, a estrutura toda está contaminada, direcionada para ações socialistas que impedem o crescimento, isso é comunismo, amigo Renato, comunismo é um sistema muito bem calculado que lesa a liberdade, nomaliza o controle, impede o crescimento econômico e vive de engenharia social o tempo todo, para avançar e avançar cada vez mais, acostumando, adestrando o povo a achar normal o que não é normal. Comunismo é uma ação psicossocial voltada ao poder sobre a liberdade humana e sobre o controle da produção de capital, sobre os bens de serviço e sobre o escoamento dos bens, forma, controle sobre a liberdade econômica e liberdade pessoal, inclusive, a do direito natural de defesa, o de portar armas, muitas, não só uma. comunismo é o Estado Gigante, e isto não se resolve com uma... intervenção policial ou administrativa pontual. Sugiro ao amigo ler Olavo de carvalho sobre o modo de ação do comunismo e seu modo de controle total sobre as mentes, sobre os administradores, políticos e sobre a estrutura do Estado-União. É uma subversão em todos os sentidos. E não se resolve "mecanicamente" com ações pontuais: O que foi feito por Revolução cultural só se desfaz pelo mesmo caminho: Com outra Revolução Cultural. Só uma Revolução pode anular outra Revolução e aqui no Brasil foram anos e anos de Revolução no estilo Antônio Gramsci, Escola de Frankfurt, modo de ação estilo Socialismo Fabiano, muito bem planejado por Fernando Henrique Cardoso no Pacto de Princeton, em 1992. Tudo foi muito bem planejado, no vácuo causado pela mentalidade positivista dos militares, que nada conheciam sobre Revolução Cultural. O General Sérgio Coutinho foi o único que ouviu Olavo, produziu muitos livros para que a caserna de informasse, se preparasse, mas foi em vão, todos os ridicularizaram. Sarney, ao entrar, praticou o primeiro ato de construção do Socialismo no Brasil: Mandou retirar da grade de ensino, grade curricular da academia militar das Agulhas Negras, a disciplina "Revolução Cultural" e os militares foram ficando alienados e permeáveis a implantação do Socialismo no ritmo fabiano, lento, gradual, mas sólido. Ler os Livros do General Sérgio Coutinho é importante para se compreender como só uma Revolução pode anular outra Revolução (No nosso caso, a Socialista), e não intervenções pontuais mecânicas, administrativas, judiciais e policiais. Por fim, temos o tal "Direito Constitucional", que foi uma invenção jurídica surgida entre 1985 a 1988 para criar uma "Constituição" que nunca pára de ser elaborada via infinitas emendas... e o pior: Com a tal "norma programática". Ou seja, uma procuração em branco que o povo deu para os políticos socialistas subverterem tudo no Brasil. 

 Joaquim Martins Cutrim é advogado e professor de Direito Processual Civil.