domingo, 18 de abril de 2021

A INDIGNIDADE INDIGNANTE DO PRESIDENTE DIANTE DA SITUAÇÃO CAÓTICA E ANÔMICA DO BRASIL: ENTREGAMOS NOSSA DIGNIDADE NUMA ELEIÇÃO PARA SERMOS HUMILHADOS HOJE, COM AS 27 REPÚBLICAS COMUNISTAS QUE SE IMPUSERAM NA FACE DO PRESIDENTE, QUE PENSÁVAMOS SER O NOSSO SOLDADO, O NOSSO REPRESENTANTE. ESTAMOS ABANDONADOS.

Bolsonaro, mesmo com todas as razões e fundamentos jurídicos-constitucionais para agir, ele só quer agir com apoio maciço do povo e esse apoio, do tamanho que ele quer, ainda não há. A mídia televisiva dominou as mentes para a inação. E o presidente não quer enxergar isso como uma arma que lhe quebra as pernas e os braços e ele não tem reação contra esse tipo de arma. O Estado de Direito foi destroçado, as Liberdades Constitucionais também o foram, o povo passa fome, as desesperanças estão aumentando, o caos também, o povo tem medo de apanhar na rua da PM que agora é dos governadores, e dos "desaglomeradores" (Hoje papel dos guardas civis de patrimônio), que são dos prefeitos. Repito: Não há que se pensar em eleição e sim em intervenção cívico-militar; eu disse isso desde 2018, antes da eleição, que colocar um presidente conservador para lutar contra o Sistema não resolveria, eu e muitos fizemos essa análise, mas o Povo se auto-iludiu por desconhecer a força da estratégia comunista, que foi lançada em 1917 para o mundo inteiro e recalculada em 1980 para um avanço no modo socialismo fabiano,lento, e não mais trotskista, com armas, como foi entre 60 e 64, até 1968, quando Costa-e-Silva reuniu um gabinete de crise e parou a agressividade do comunismo com o AI-5, adentrando seu governo dentro do Regime até o fim da Revolução Popular com a vitória da esquerda, em 1979, com a lei de anistia, infiltrada que estava as FFAA, sucumbindo os patriotas de Sylvio do Couto Frota. (Orvil, documento-livro, é a fonte). Concordo com meu amigo Renato: Deixar as coisas irem avançando do jeito que estão avançando SEM fazer a intervenção cívico-militar para a mudança, tanto por parte do presidente, como por parte do Povo, é já é ver a fraude colocar Lula ou outro socialista/comunista no poder. E ver o cruel fechamento do comunismo no nosso país. Vai ser viver a escravidão. Os poderes usurpados estão avançando e modificando ferozmente as leis, acabando com as liberdades e o presidente, inclusive, correndo risco, de sair agora ou na eleição fraudada, inclusive, grotescamente. Não adianta dizer "Só Deus me tira da cadeira", porque o Brasil vai continuar depois de 2022 e nós o colocamos para ele acabar com o comunismo, já que estamos desarmados! Na minha opinião, se eu fosse o presidente, eu já teria agido no primeiro descumprimento da Constituição, na primeira invasão da minha competência (atribuição), pontualmente, com o art. 142 CF, dando logo uma lição no poder agressor. (E "o" nas "quatro linhas" da Constituição do presidente, certamente, não existe o artigo 142. É um artigo "letra-morta"). Mas ele foi deixando o poder dele se esvaziar, tendo seus decretos "anulados", arquivados "sub-judice", seus PLs engavetados, enfim, a representatividade do Brasil (A maioria é quem dá as cartas e a maioria votou nele) foi "pro saco"! Ele nos deixou sermos humilhados, porque eleição não é para isso, é para que a gente eleja para que alguém lute por nós, senão, faríamos um GOVERNO PLEBISCITÁRIO, o que poderia gerar uma guerra civil, com tanta gente se atacando nas ruas. Então por isso aceitamos a eficácia do sistema eleitoral, mesmo sabendo da sua fragilidade. Agora, mudar as regras do jogo, no meio do jogo, presidente, é nos trair. Dizer que só agirá se o "elegermos de novo" em manifestações, é um absurdo, porque uma mega-manifestação é uma ELEIÇÃO POR ACLAMAÇÃO! Uma nova eleição plebiscitária. E numa pandemia, é improvável, com as polícias dos governadores e dos prefeitos nos impedindo. Ou seja, elegemos um presidente que não se impôs para impor a vontade do povo, que estava bem clara em 2018. Posso arriscar dizer, que ficamos sem representatividade à altura da nossa DIGNIDADE. Sei que ele, o presidente, pode ter suas razões para não agir se não houver um milhão de pessoas, 2, 3, 4, pedindo intervenção cívico-militar, espalhadas pelo Brasil inteiro, mas ser presidente é um CARGO DE CORAGEM e a adaptação ao momento, o exige. É para quem tem coragem, senhor presidente. É um tudo ou nada! E já estamos, nós, povo, indo para o NADA. Nada de Liberdade, nada de emprego, nada de comida na mesa. E isso sem ele agir. Me parece que ele só está esperando o fim do mandato e sair, ou ser expulso, humilhado pela esquerda, caso se candidate, por uma fraude eleitoral grotesca. Eu já mudei o meu método e desejo, francamente, pedir as Forças Armadas para entrar e reintegrar a posse dos 3 poderes, todos disfuncionais e não-representativos, para o Povo, e decidir se, será uma junta militar provisória que irá governar o país por anos até que se possa reabrir os ""poderes" (Funções do Estado, legislativa, Executiva e Judiciária), com segurança. Eu não acredito mais na iniciativa do presidente para resolver a situação e tirar o Brasil definitivamente do Socialismo, que é apenas uma gradação do Comunismo, este, hoje, adaptado economicamente para se manter, e, só acredito no povo nas ruas para pedir a entrada total das Forças Armadas com o Ministro atual da Defesa, o General Braga Neto, à frente da situação, não só pelo cargo que está ocupando, mas pelo mérito de agir e assumir, caso aconteça a Intervenção Cívico-Militar, posto que as Forças Armadas são braço do povo, povo fardado ou qualquer outra expressão que o valha. É a nossa única e última oportunidade de não virarmos escravos.

Joaquim Martins Cutrim é advogado e professor de Direito Processual Civil.